Como posso, de bom grado
Trocar o encanto da floresta
Por este aborrecido fado
O suor diário na testa?
Vejo, presos a grilhões
Trabalhadores tristonhos
Sempre ansiando milhões
A despeito de seus sonhos
Não fruirá seu obrar árido
Da graça de ser sereno
Da doçura de um amor cálido
E do valor de um viver pleno
Assim, não troco a vida inteira
Pela ilusão de futuro estável
Ou a sombra da videira
Por um túmulo confortável
4 comentários:
Estão muito bons seus poemas...parabéns!!!
Oi Juliana, tudo bem? Lembra deu??? Bela sua poesia...virei mais aqui e logo chegarei por estas bandas frias novamente! Abraços - Ale
Morei aí uns 2 anos...era sócio no SCSD e participava do grupo Pó&Teias...mas então...devo voltar em breve! Abraços
e vc ão vai postar mais poemas? esse é o suplício do bloguista...rsrs
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